quinta-feira, 3 de novembro de 2011


Tranquiliza, desperta, causa
dor e alivia, vicia.Algo mais
doce e contraditório do que café?

sexta-feira, 21 de outubro de 2011


Eu quero a chave da porta da frente
Eu quero pra sempre
Eu quero tudo
Quero você quente de corpo e sentidos
Quero a doçura do olhar ao acordar e o sorriso
de bom dia acompanhado do teu cheiro que é só teu
Quero teu não e logo após teu sussurro no meu ouvido
Eu quero o infinito
Eu quero a nossa musica numa noite chuvosa
Eu quero o tédio do domingo sendo quebrado
por acordes altos e uma dança estranha
Eu quero você nas minhas veias,nas minhas entranhas pulsando
Quero a tua indignação
Quero gritar com todo mundo
Quero o sorriso involuntario pelo silencio quebrado
com uma palavra boba
Eu quero surpresas boas
Eu quero você assim desse jeito sem caber de imaginar
o que tem por vir
Eu quero planejar e ver dar certo
Eu quero as faiscas das brigas e das palavras mordazes
Eu quero lençol gostoso,pés enroscados,mão no cabelo
Eu quero beijo
Quero teus sons estranhos
Quero você com tequila,chocolate,danone ou sem nada
Eu quero nós
Eu quero agente
Eu quero a infinidade de questões e a resolução de todas elas com você!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

"Eu quis você
e me perdi
você não viu
eu não senti
não acredito
nem vou julgar
você sorriu,
ficou e quis me
provocar,tua
indecência não
me serve mais,
tão decadente
que tanto faz
teu perfume
barato,teus
truques banais
você acabou
ficando pra tras
porque mentir é
facil demais...


As flores do mal
L.U
"

quarta-feira, 8 de junho de 2011

É bom...
as vezes se perder
sem ter porque sem
ter razão.
É um dom...
Saber envaideecr por
si,saber mudar de tom.
Quero não saber de cor
tambem.pra que minha
vida siga adiante'

Adeus você!
L.H
ê

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.

Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.

Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.

Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.

Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.

Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.

Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.

Sempre quis uma amor
que não se chateasse
diante das diferenças.

Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.

Contudo
sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.

Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.

Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.

Sem senãos.

Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.

Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor
é a sua negação.

Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.

Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.

Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.

Ah, eu sempre quis uma amor que amasse.


Poesia extraída do livro "Eu teamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 19

Elisa Lucinda

sexta-feira, 15 de abril de 2011

"Ambivalentes como nós, palavras preparam armadilhas ou abrem portas de sedução. Embalam ou derrubam,enredam em doces laços ou nos matam dolorosamente como punhais" Lya Luft

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Em meio a tanta turbulação,
um pouco de paz...praia,fogueira
e um violão (alguem que saiba tocar
seria bom) nem sei por que escrevi isso,
acho que é vontade de sumir,nem que seja
por uma hora'